Autores: Ernandes Rodrigues do Nascimento, Karla Karina de Oliveira, Luciana Correia Barbosa e Thyago Douglas Mendes de Almeida

Nas últimas décadas, as tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) evoluíram o suficiente para criar uma ruptura social, política, cultural, econômica, etc. Os recursos digitais se tornaram mais potentes e menores em tamanhos, tais como os smartphones; a internet se tornou móvel e de alta velocidade; os jogos eletrônicos se reinventaram; a produção de imagens e vídeos deixou de ser apenas um produto de profissionais e virou uma atividade rotineira da população.

Essas mudanças impactaram em todas as áreas profissionais, inclusive na educação. A maneira de se estudar e aprender mudou, como já dizia Paulo Freire (1974), o aluno não é um ser passivo, mas construtor da sua própria aprendizagem, precisando tão somente de incentivo para desenvolver a sua autonomia. Ao mesmo tempo, Freire (1974) também descreve o papel do professor, o qual deixa de ser o detentor do conhecimento e se torna um guia, um tutor, o qual orientará o estudante em sua jornada.

O aluno não é mais o mesmo, deseja aulas mais motivadoras e possibilidades de aprender fazendo (BACICH; MORAN, 2018; BACICH; NETO; TRVISANI, 2015). E o professor, sobretudo do ensino superior, ainda não está preparado para atender a essa demanda (PADILHA, 2018), resultando em insatisfação entre os alunos, os professores e a IES, o que nos leva à inquietação: Como se sentem os estudantes do ensino superior ao experienciarem aulas orientadas pelas metodologias ativas?

Para ler o texto na íntegra, acesse o link: https://blog.abmes.org.br/metodologias-ativas-estudo-de-caso-com-alunos-do-ensino-superior/

Citação: NASCIMENTO, E.R; MENEZES, K. K. O. ; CORREIA, Luciana ; ALMEIDA, T. D. M. . Metodologias ativas: estudo de caso com alunos do ensino superior. ABMES Blog, On-line, 08 jul. 2019.